quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Natal 2010

 

O Ateliê Vamos Desembrulhar e Guardar o Nosso Natal explora parte do acervo do Museu e um conjunto de actividades lúdicas e no âmbito das diferentes expressões que confronta os usos e os costumes do Natal no passado e no presente, na Região e no Estrangeiro.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Exposição Temporária




Martha Telles

A terceira de cinco irmãos, Martha Telles nasceu na Rua da Carreira a 19 de Agosto de 1930 no Funchal. Filha do madeirense, advogado e filantropo Alexandre da Cunha Telles e da cantora lírica dinamarquesa Wera Cohen da Cunha Telles, tirou o curso de Pintura na Escola Superior do Porto nos finais dos anos cinquenta.
Depois de correr mundo, desde a Europa aos Estados Unidos, realizou diversas exposições tendo sido a primeira em Copenhague. Foi bolseira da Fundação Gulbenkian em Paris e frequentou a Sorbonne. Estudou com a pintora Vieira da Silva e conviveu com Jorge Martins e José Escada. Percorreu a Dinamarca, a Itália, o México; exerceu funções docentes em Lisboa e Moçambique. Viveu em Bruxelas, onde reside actualmente a sua única filha. Naturalizou-se canadiana em 1974, vindo a falecer no dia 21 de Fevereiro do ano 2001.

A presente exposição resulta da cedência temporária de 31 obras da artista à Região Autónoma da Madeira e encontra-se patente ao público no mesmo horário do Museu, com entrada gratuita.

A Casa-Museu Frederico de Freitas




Recebido o legado e ciente da importância de manter o acervo exposto no local onde havia sido reunido, o executivo regional adquiriu a Casa da Calçada. Foram então encetadas importantes e profundas obras de recuperação que obedeceram a um projecto da responsabilidade dos arquitectos Maria João Almada Cardoso e Gastão Salgado da Cunha, a executar em duas fases distintas.
Um grande esforço foi feito na adaptação da antiga habitação às novas exigências museológicas de uma Casa-Museu: definiram-se áreas de funções diferenciadas, resolveram-se percursos; seleccionaram-se peças em função da sua qualidade, beleza ou interesse específico, recolheram-se outras a fim de valorizar e facilitar as leituras, garantindo também uma melhor segurança. Beneficiaram-se as condições de exposição com a abertura de novos vãos para entrada de luz e para instalação de vitrinas de apres A Casa-Museu abriu as suas portas pela primeira vez ao público a 29 de Junho de 1988.
Em Junho de 1996 começou a execução da segunda fase da Casa-Museu Frederico de Freitas que, na sua totalidade, permitiu a quase duplicação da área de pavimento inicial e a renovação e reabilitação de 700 m2 de jardins. Foi construída de raiz a Casa dos Azulejos, destinada à Exposição Permanente de Azulejaria e que integra as Reservas e Oficina de Azulejos, um Auditório com capacidade de 50 lugares e uma Cafetaria. Toda esta nova área é servida por um elevador, o que permite um fácil acesso aos deficientes motores.
Foi ainda restaurada e ampliada a Casa da Entrada, onde funcionam a Portaria e os Serviços de Educação e de Animação da Casa-Museu. Foram também concluídas obras no edifício antigo, a Casa da Calçada, que levaram à abertura de três novas áreas de exposição permanente e à recuperação de outras zonas de Serviços do Museu. Esta última fase foi inaugurada a 30 de Setembro de 1999.
Desde 2002 a Casa-Museu, à semelhança de todos os Museus tutelados pela DRAC, integra a Rede Portuguesa de Museus.

O Coleccionador

No início dos anos 40 a Casa da Calçada foi arrendada pelo Dr. Frederico de Freitas, prestigiado advogado e notário madeirense, com relevante desempenho no âmbito das Artes e Cultura locais. O Dr. Frederico Augusto de Freitas nasceu a 15 de Dezembro de 1894 e faleceu em 27 de Novembro de 1978. Fez parte dos corpos directivos da Sociedade de Concertos da Madeira, desde a sua fundação em 1943. Dos anos 30 à década de 70, integrou as comissões organizadoras e executivas de prestigiadas exposições que se realizaram no Funchal, relacionadas com os mais variados temas de Arte e Cultura. Merece especial realce o seu desempenho na organização da 1ª Exposição de Gravuras da Madeira realizada em 1934, no Casino Vitória e que deu origem ao livro Estampas Antigas da Madeira, editado em 1935, pelo Clube Rotário do Funchal e de uma outra ocorrida em 1949, no Museu Quinta das Cruzes, de que resultou uma outra publicação intitulada Estampas Antigas de Paisagens e Costumes da Madeira, da autoria do Dr. Leite Monteiro, editada em 1951. Desses memoráveis eventos são ainda de destacar a Exposição de Esculturas Religiosas, apresentada no convento de Santa Clara, em Junho de 1954; a Exposição de Porcelanas Companhia das Índias que decorreu entre Setembro e Outubro de 1960, no Museu da Quinta das Cruzes e, organizada pela Academia de Música e de Belas Artes da Madeira na sua sede à Rua da Carreira 65, a de Cadeiras inglesas, patente ao público em Junho de 1971. Membro da Comissão Directiva do Museu Quinta das Cruzes, em 1973 e fundador do Clube Rotário do Funchal, o Dr. Frederico de Freitas teve reconhecida acção benemérita no Convento de Santa Clara e Escola Salesiana de Artes e Ofícios, sendo-lhe concedida pelo Presidente da República a Comenda da Ordem de Benemerência, a 5 de Julho de 1971. Amante e apreciador de peças de arte começa a constituir a sua colecção a partir dos anos 30, mas é após a mudança para a ampla moradia da Calçada que mais livremente manifestou a sua vocação de coleccionador que o levou a reunir, ao longo de mais de três décadas, importantes núcleos de Escultura, Pintura, Gravura, Mobiliário e Cerâmica. A partir da Casa, intensamente vivida por um núcleo familiar alargado de que restam interessantes e diversificadas lembranças, o Dr. Frederico de Freitas deixou uma estreita teia de ligações, com individualidades locais e também com visitantes nacionais ilustres, alguns especialistas como o Eng.º Santos Simões, Bernardo Ferrão, só para citar dois nomes de referência nos domínios da azulejaria, mobiliário e arte indo-portuguesa. São estas memórias que nos mostram um homem interessado, com responsabilidades e papel activo em vários domínios da vida pública regional, mas também um estudioso atento que reúne publicações e documentação sobre as peças que colecciona e que procura, a partir dos contactos com especialistas de diferentes áreas, manter-se informado no que ao estudo e produção artística respeita. Outra faceta que o caracteriza é o gosto em mostrar, apreciar e partilhar com terceiros cada objecto adquirido, falar e dar a conhecer cada particularidade descoberta. É este envolvimento com as colecções, espírito de generosidade e um profundo afecto pela sua terra que determina, em 1978, a decisão de legar à Região Autónoma da Madeira o seu património mobiliário que constitui recheio da sua residência.

A Casa da Calçada




Praticamente no centro do Funchal, entre os históricos templos de S. Pedro e Convento de Santa Clara, a meia subida da Calçada de Santa Clara, destaca-se pelas suas proporções, imponência e invulgar tom avermelhado, a Casa-Museu Frederico de Freitas. Também conhecida por Casa da Calçada, esta designação identifica a antiga residência dos Condes da Calçada, cuja origem remonta ainda ao século XVII.
O edifício de certo aparato arquitectónico, referido como palácio na imprensa do século XIX, foi ao longo dos tempos sucessivamente ampliado e remodelado, apresentando-se definitivamente marcado por intervenções da segunda metade de oitocentos. Estas últimas reformas são desde logo denunciadas pelo arranjo algo exótico da fachada, coroada por cimalha vazada e que inclui três cúpulas, um par de torreões ligeiramente avançados e uma entrada resguardada por alpendre sublinhado por lambrequins de elaborada decoração recortada. Estes elementos, aliados às cores fortemente contrastantes (vermelho, verde e branco), conferem ao conjunto edificado um cunho cenográfico, bem ao gosto romântico e demarcam-no, distinguindo-o da tradicional arquitectura funchalense.
Se por um lado esta original intervenção atesta um período de prosperidade da Casa e dos seus ocupantes, não deixa de revelar uma faceta algo arrojada do seu proprietário, Diogo de Ornelas de França Carvalhal Frazão e Figueiroa agraciado com o título de 1º Visconde da Calçada pelo rei D. Luís, em 1871. A 4 de Outubro de 1882 recebeu a nomeação de governador civil substituto do Funchal e cerca de uma década mais tarde foi elevado à grandeza de Conde. Por testamento datado de 1903, Diogo de Ornelas Frazão deixou parte dos seus bens que naturalmente incluíam a Casa da Calçada ao seu filho Eduardo de Ornelas Frazão, 2º Conde da Calçada e cujos descendentes se mantêm na posse do imóvel até 1979, altura em que foi adquirido pelo Governo Regional

Um Museu-Três Percursos



Na Casa-Museu são proporcionados três percursos diferenciados. O primeiro reporta-se à Casa da Calçada, onde o visitante acede a salas, cujas denominações evocam vivências de outrora (Salões, Quarto de Dormir, Sala de Jogo, Quarto de Jantar, Sala do Chá, Cozinha) e onde os interiores não exibem apenas objectos, mas procuram mostrar a ambiência da antiga moradia do Coleccionador. É esta particular vocação que caracteriza as Casas-Museus, onde para além das colecções, se devem retratar vidas e ambientes determinados.
Respeitando esta lógica, as peças expõem-se formando conjuntos, para que se possam estabelecer relações, fazer comparações, mas também são organizadas por critérios de harmonia e de adequada integração às diferentes funções dos espaços em que se encontram. O mobiliário de origem nacional e estrangeira, do séc. XVI ao XIX, expõe-
se naturalmente, servindo de suporte a quase todas as outras colecções. É o caso da escultura religiosa, que inclui exemplares de excelente qualidade, de origem europeia e luso-oriental, datados da centúria de quinhentos aos nossos dias. Das paredes pendem obras de pintores nacionais e europeus, na sua maioria atribuídas aos séculos XVIII e XIX. Inúmeras peças de cerâmica utilitária e decorativa, arrumam-se sobre os móveis ou em vitrinas, destacando-se um núcleo à parte, que ocupa espaço próprio, a singular colecção de canecas, muito ampla e variada, abrangendo outro tipo de recipientes tão díspares como jarros, garrafas, potes, ânforas e bilhas.
Os temas e os objectos relacionados com a Madeira foram desde início um dos grandes interesses do Dr. Frederico de Freitas que conseguiu reunir um importantíssimo património iconográfico e bibliográfico, de que as colecções de estampas e de desenhos são o exemplo mais evidente. Fazem igualmente parte do acervo de origem regional um significativo número de peças de mobiliário e de escultura. Refira-se designadamente as figuras de presépio madeirense, datadas dos séculos XIX e XX, que incluem exemplares mais eruditos e outros bem populares, ilustrando algumas tradições locais, testemunham uma devoção que nos é muito peculiar.



Faz todo o sentido integrar neste circuito o Jardim sobre a Calçada, um dos raros jardins sobreelevados ainda existentes no Funchal e que mantém as características tradicionais dos jardins urbanos oitocentistas: a calçada de calhau rolado, o traçado primitivo dos canteiros, o corredor de vinha e a Casinha de Prazer.



A segunda etapa da visita respeita a Casa dos Azulejos, cuja entrada dá acesso ao pequeno e minimalista espaço ajardinado donde se vislumbra uma perspectiva mais recôndita da cidade. A Colecção de Azulejaria, importantíssima pela sua quantidade e diversidade, constituiu sempre um núcleo à parte, sendo por isso exposta em espaço propositadamente edificado e concebido para o efeito. A nova construção responde a exigências específicas de acessos a deficientes, espaços de Reservas e Oficina, Cafetaria e Auditório, bem como resulta de um programa museográfico, da responsabilidade do Dr. Rafael Salinas Calado – 1º Director do Museu Nacional do Azulejo e na altura Conservador Assessor do Museu Nacional de Arte Antiga – desde a primeira hora ciente do potencial pedagógico e didáctico da exposição.
A Colecção de Azulejos é essencialmente constituída por peças, inteiras e fragmentos, que se exibem em conjunto, formando painéis de maiores ou menores dimensões, ou isoladas, quando mais raras. Distribui-se ao longo dos quatro pisos da exposição segundo uma lógica cronológica e de origem, evocando a evolução da cerâmica de revestimento dos primórdios à actualidade.
Abre a exposição um espaço dedicado ao fabrico do azulejo, onde se procura introduzir o visitante nas várias técnicas utilizadas. Mostram-se os diferentes barros, apetrechos e esmaltes de cores diversas, exemplificam-se alguns tipos e etapas da decoração, exibem-se exemplares de diferentes tipologias. Esta introdução ao azulejo beneficia de um poderoso auxiliar, um filme que mostra e confronta os métodos de fabrico artesanal e mecânico. Ao longo da Exposição Permanente de Azulejaria, é possível perceber a evolução do azulejo do século XIII aos nossos dias, a partir do Oriente, com especial enfoque para a produção islâmica, passando pela Europa, com peças medievais, de majólica, um núcleo significativo de azulejaria holandesa e uma importante mostra do fabrico nacional, representado dos primórdios até à actualidade. Realizados em 1998 especificamente para o Museu, três belos painéis da artista madeirense Lourdes Castro encerram com chave de ouro o conjunto da produção nacional.
A visita à Casa-Museu Frederico de Freitas deverá terminar com uma passagem pelo espaço das Exposições Temporárias.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Serviços Educativos

O Serviço de Educação e Animação da Casa-Museu Frederico de Freitas, a funcionar desde o início do ano lectivo de 2001/2002, tem por vocação facilitar a comunicação com públicos distintos e conseguir uma real divulgação do seu espólio. Optimizando o potencial do Museu como veículo de Educação, incute o respeito e a salvaguarda pelo património e sensibiliza para os mais diversos valores, sejam eles culturais, cívicos ou morais.
Para além de visitas orientadas, desenvolve actividades lúdicas, de expressão dramática, escrita, e/ou plástica relacionadas com o coleccionador, as suas colecções e o próprio Museu. Apresenta anualmente um Plano de Actividades, reajustando as iniciativas, sempre que necessário, de acordo com as especificidades e características dos grupos. Procura tornar o Museu dinâmico e acessível a todos, proporcionando vivências e aprendizagens menos comuns através da partilha de experiências e de saberes diversos.

Responsáveis

Fátima Gomes
Helena Sousa




Contactos
Serviço Educativo da Casa-Museu Frederico de Freitas
Calçada de Santa Clara n.º 7
9000–036 Funchal

Telef. 291 202578 / 291 202577
Fax. 291 202580
Email servedu.cmff@sapo.pt

Horário de marcações
De Segunda-feira a Sexta-feira, das 10.00h às 12.30h e das 14.00h às 17.00h.

Disponibiliza programas para professores, alunos, famílias, adultos, férias e efemérides.

Programa de Efemérides

O NATAL NA CASA DA CALÇADA
A Casa-Museu celebra a Festa pondo a mesa de Natal e armando dois presépios tradicionais, a escadinha e a rochinha.
Destinatários: público local e de todas as idades.
Funcionamento: 9 de dezembro a 8 de Janeiro.

CEM PARTIDAS DE CARNAVAL
Como tem sido hábito, o Carnaval festeja-se na Casa da Calçada com o adequando o “disfarce”. Destinatários: 1º e 2º Ciclos.
Funcionamento: sessões durante a 2ª quinzena do mês de Fevereiro, com marcação prévia.

PAI, VEM COMIGO AO MUSEU!
Na comemoração do Dia do Pai são proporcionadas actividades para toda a família.
Funcionamento: para as crianças uma ou mais sessões com marcação prévia e gratuita de 3ª a 6ª feira da semana anterior.
Para os Pais e restantes familiares, entrada gratuita, e visita guiada pelos filhos no dia 19 de Março entre as 10.00h e as 17.30h.

SANTAS MÃES!
O Dia da Mãe é comemorado com actividades adequadas a toda a família, após visita(s) anterior (es) orientada(s) pelos Serviços Educativos.
Funcionamento: para as crianças uma ou mais sessões
com marcação prévia e gratuita, disponível de 3ª a 6ª feira, até 30 de Abril.
Para as Mães e toda a família visita guiada pelos filhos, gratuita e sem marcação prévia no dia 7 de Maio entre as 10.00h e às 17.30h.

DIA INTERNACIONAL DOS MUSEUS
A Casa-Museu Frederico de Freitas celebra o 18 DE MAIO oferecendo um programa especial e as tradicionais visitas orientadas a todos os interessados.
Destinatários: público de diferentes idades e formações.
Funcionamento: visitas em horário a definir.
Inscrições prévias até 15 de Maio.

AS NOSSAS CRIANÇAS
Experiências desenvolvidas a partir das representa-ções de meninos e meninas nas diferentes peças do Museu comemoram o DIA INTERNACIONAL DA CRIANÇA.
Destinatários: crianças de Jardins-de-Infância e 1º Ciclo.
Funcionamento: sessões gratuitas no dia 1 de Junho
com inscrições prévias até 30de Maio.

SÃO PEDRO NA CASA DAS COLECÇÕES
Visitas à Casa da Calçada, orientadas para a exploração do tema Santos Populares celebram
a INAUGURAÇÃO DA CASA-MUSEU FREDERICO DE FREITAS.
Destinatários: Jovens e adultos.
Funcionamento: sessões gratuitas no dia 29 de Junho, com inscrição prévia até 27 de Junho.

O desenrolar das iniciativas com orientação exige no mínimo 6 inscritos e não deve ultrapassar as 35 pessoas por grupo.
Todos os grupos deverão fazer-se acompanhar por um responsável adulto.
As actividades são adaptáveis às características dos visitantes.

Por motivos imprevistos podem decorrer algumas alterações ao programa.


PARA INSCRIÇÃO NAS ACTIVIDADES
De 2ª a 6ª feira - 9.00 - 12.30h e das 14.00- 17.30h .
Contacto: 291 202 578
Serviço de Educação: Fátima Gomes e Helena Sousa

AGRADECEMOS:
A pontualidade dos grupos.
O depósito na Portaria de mochilas, telemóveis, chapéus-de-chuva e máquinas fotográficas.
O respeito pelas peças (não tocar e circular com cuidado).
O respeito pelos outros.
A comunicação no caso de cancelamento.

LEMBRAMOS:
As visitas realizadas sem apoio do Serviço Educativo deverão ser previamente agendadas pelas entidades organizadoras, de modo a se evitarem sobreposições de grupos.

Programa de Férias

VAMOS DESEMBRULHAR O NOSSO NATAL
Partindo de uma parte do acervo do Museu e de actividades diversificadas confrontam-se os usos e costumes de Natal no passado e no presente; na Região e no Estrangeiro.
Destinatários: crianças entre os 7 e os 12 anos.
Funcionamento: sessões gratuitas com inscrição devidamente autorizada pelo Encarregado de Educação até 17 de Dezembro.
Horário: 21 e 22 de Dezembro das 14.00h às 17.00h.

PÁSCOA A COMPASSO
Actividades lúdicas e no âmbito das expressões exploram o tema da Páscoa e parte do acervo.
Destinatários: crianças entre os 7 e os 12 anos.
Funcionamento: sessões gratuitas com inscrição devidamente autorizada até 15 de Abril.
Horário: 19 e 20 de Abril das 9.30h às 12.30h.
JARDINARTE
Actividades lúdicas e no âmbito das expressões exploram e relacionam o Jardim com o acervo. Destinatários: crianças entre os 7 e os 12 anos.
Funcionamento: sessões gratuitas com inscrição autorizada pelo Encarregado de Educação até 1 de Julho.
Horário: 5 a 8 de Julho das 14.00h às 17.00h.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Programa para Público Adulto

MIL E UMA COLECÇÕES
Percurso orientado à Casa da Calçada.
Funcionamento: sessão gratuita com inscrição prévia até às 17.00 horas do dia anterior.
Horário: de 3ª a 6ª feira durante todo o ano.
BRILHOS E HARMONIAS
Visita orientada à Casa dos Azulejos complementada com filmes sobre técnicas de fabrico e decoração destes materiais de revestimento.
Funcionamento: sessão gratuita com inscrição prévia até a 5ª feira anterior.
Horário: sábados de Maio das 10.00h às 12.00h.

O PASSADO MODERNISTA

Percurso orientado à Casa das Colecções. Incursão pela Arte Nova e Deco.
Funcionamento: sessão gratuita com inscrição prévia até a 5ª feira anterior.
Horário: sábados de Março das 15.00h às 17.00h.

Primeira mensagem do blog

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Programas para Público Sénior

MADEIRA DE OITOCENTOS : ESTADIAS & TERAPIAS
Apresentação em power-point, no auditório, de parte da colecção de desenhos e estampas da Madeira do séc. XIX, realizados por ilustres visitantes.
Funcionamento: uma sessão gratuita com marcação prévia.
Horário: de 3ª a 6ª feira das 10.00h às 17.00h.

MIL E UMA COLECÇÕES
Visita orientada visando dar a conhecer e caracterizar objectos e colecções da Casa da Calçada.
Funcionamento: sessão gratuita com marcação prévia até a 5ª feira anterior.
Horário: Sábados de Julho das 10.00h às 11.30h.

Programa para Famílias

FIM DE TARDE NA CASA
Visita à Casa da Calçada e/ou Casa dos Azulejos para público de todas as idades.
Funcionamento: sessão gratuita com marcação prévia até a 5ª feira anterior.
Horário: Sábados de Janeiro das 15.00h às 17.00 h.

Programa para Alunos

MIL E UMA COLECÇÕES
Visita orientada visando destacar algumas peças e complementada com actividades no âmbito das diferentes expressões.
Destinatários: crianças de Jardins-de-Infância, alunos do Ensino Básico e do Secundário.
Funcionamento: uma ou mais sessões com marcação prévia e gratuita, disponível de 3ª a 6ª feira.


À RODA DOS ANIMAIS NA CASA DAS COLECÇÕES
Conhecer o modo de vida, alimentação, locomoção, formas de comunicação dos animais representados em peças do Museu. Inclui actividades lúdicas e no âmbito das diferentes expressões. Procura-se ainda sensibilizar as crianças para Os Direitos dos Animais.
Destinatários: Jardins-de-Infância e Pré-Escolar.
Funcionamento: uma ou mais sessões com marcação prévia e gratuita, disponível de 3ª a 6ª feira.


NOS BASTIDORES DA CASA-MUSEU
Percurso pelos espaços não visitáveis a fim de mostrar a importância deste Museu, explicar como funciona, o que se faz e com que finalidade.
Destinatários: Ensino Básico e Secundário.
Funcionamento: Visita facultativa que complementa e encerra um ciclo de quatro sessões. Marcação prévia e gratuita. Disponível de 3ª a 6ª feira.


VIAGEM NO PADRÃO DE TAPETE
Actividades lúdicas e de expressão plástica com base na colecção de azulejos visando introduzir e reforçar os conceitos de módulo e padrão.
Destinatários: alunos do 2º e 3º Ciclos.
Funcionamento: uma sessão gratuita com marcação prévia, disponível de 3ª a 6ª feira.

SANTOS DA CASA
Visita(s) orientada(s) que explora(m) as colecções de pintura e escultura religiosa, assim como as maletas pedagógicas criadas pelo Serviço Educativo, visando dar a conhecer e experimentar as diferentes técnicas utilizadas pelos pintores e escultores.
Destinatários: crianças de Jardins-de-Infância e alunos de todos os níveis de Ensino.
Funcionamento: uma ou várias sessões gratuitas com marcação prévia, disponível de 3ª a 6ª feira.


OBJECTOS ENIGMÁTICOS

Percurso de descoberta dos objectos mais curiosos das diferentes colecções, destacando-se aqueles cuja forma não se relaciona com a função. Inclui actividades lúdicas e no âmbito das expressões.
Destinatários: alunos do 3º ao 8º ano do Ensino Básico.
Funcionamento: uma ou várias sessões gratuitas com marcação prévia, disponível de 3ª a 6ª feira.

CHÁ & COMPANHIA
Actividades lúdicas e no âmbito das expressões que exploram um conjunto de objectos relacionados com o ritual do chá.
Destinatários: alunos do 2º e 3º Ciclos.
Funcionamento: uma ou várias sessões gratuitas com marcação prévia, disponível de 3ª a 6ª feira. Disponibilizamos uma maleta pedagógica a explorar no Museu ou na Escola.


UMA VIAGEM PELO AZULEJO EM PORTUGAL

Visita com actividades lúdicas e de expressão plástica
que pretendem relacionar as técnicas, os temas e cores dos azulejos portugueses com a sua origem, época de fabrico e movimentos artísticos.
Destinatários: alunos do 3º Ciclo e Secundário.
Funcionamento: uma ou várias sessões gratuitas com marcação prévia, disponível de 3ª a 6ª feira.


A DANÇA DAS CADEIRAS

Visita à Casa da Calçada direccionada para a colecção de mobiliário, onde se destacam os diferentes estilos de cadeiras. Fichas de apoio/lúdicas e actividades de expressão plástica complementam a actividade.
Destinatários: alunos do 2º e 3º Ciclos e Secundário.
Funcionamento: uma ou várias sessões gratuitas com marcação prévia, disponível de 3ª a 6ª feira.

VAMOS DESEMBRULHAR O NOSSO NATAL
Partindo de uma parte do acervo do Museu, confrontam-se os usos e costumes de Natal no passado e no presente; na Região e no Estrangeiro.
Destinatários: crianças de Jardins-de-Infância e alunos do 1º ao 6º ano do Ensino Básico.
Funcionamento: uma ou várias sessões gratuitas com marcação prévia, disponível de 3ª a 6ª feira nos meses de Novembro, Dezembro e Janeiro.

FREDERICO DE FREITAS, O ANFITRIÃO
Através da análise dos retratos do coleccionador e respectivas colecções recriam-se algumas vivências na Casa e desenvolvem-se diversas actividades que, sensibilizando para algumas regras de conduta reforçam a sociabilização e os valores cívicos.
Destinatários: crianças de Jardins-de-Infância e alunos do 1º ao 6º ano do Ensino Básico.
Funcionamento: uma ou várias sessões gratuitas com marcação prévia, disponível de 3ª a 6ª feira.

CANTOS, CRAVOS E CASTRO

Visita orientada com actividades de expressão plástica que exploram, relacionam e confrontam o núcleo de azulejaria holandesa e os painéis de Lourdes Castro.
Destinatários: crianças de Jardins-de-Infância e alunos do Ensino Básico ao Secundário.
Funcionamento: uma ou várias sessões gratuitas com marcação prévia, disponível de 3ª a 6ª feira.

Programa Professores

PARTILHAS MEIAS Acções de sensibilização sobre o acervo do Museu e respectivo Serviço Educativo. Destinatários: professores, alunos e outros interessados. Funcionamento: sessões que poderão decorrer nas Escolas ou no Museu, desde que previamente calendarizadas pelos interessados.