sexta-feira, 13 de março de 2026

"As crianças da Casa da Calçada"

 





"As crianças da Casa da Calçada" foi a visita realizada na tarde de ontem. Esta visita temática foca as diferentes vivências culturais e educacionais a partir das representações de crianças nas peças do Museu. O livro com o mesmo nome foi anteriormente trabalhado, pelas professoras, com um grupo de crianças da Escola Dr. Ângelo Augusto da Silva na disciplina de Português Língua Segunda. Foi uma tarde muito agradável com crianças de diversas proveniências e culturas quer no livro quer na visita.
☺️

 


Hoje foi assim ... uma viagem muito movimentada pela Casa dos Azulejos. Uma turma do 5º ano da Escola B/PE de Santo António e Curral das Freiras visitou-nos e entre tapetes quadrados e de outras formas  ficaram a conhecer parte desta lindíssima coleção.

quinta-feira, 5 de março de 2026

"Percursos entre tapetes de padrão"

 





Uma turma do 5º ano da EB/PE de Santo António e Curral das Freiras visitou a Casa dos Azulejos esta manhã. A expressão corporal foi o meio usado para "desenhar" o quadrado desde a mão ao pé. O percurso permitiu explorar diferentes azulejos tendo em conta o módulo e o padrão, e como se conjugam nas diferentes situações.

quarta-feira, 4 de março de 2026

"Percursos entre tapetes de padrão"

 



Durante a tarde de hoje recebemos uma turma do 6 ano do Externato da Apresentação de Maria para a visita temática "Percursos entre tapetes de padrão". Após a visita, através do desenho, completaram numa ficha o padrão de camélia anteriormente visto e explorado.

Ups!!!! Vai ter uso.


Aquecedor de cama

Cobre e madeira

Inglaterra (?), séc. 19

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

"Objetos Enigmáticos"




"Objetos Enigmáticos" foi o tema da visita desta manhã com uma turma do 6º ano do Externato Apresentação de Maria. Terminaram  desenhando uma das peças abordadas no percurso pela Casa.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026


Azulejo “figura clássica com pandeireta”, faiança, estampagem. 

John Moyr Smith, Minton China Works

Inglaterra, ca. 1876

sábado, 7 de fevereiro de 2026

Romantismo


O Romantismo, movimento que nos finais do século XVIII e no decurso do século XIX influencia as várias manifestações artísticas e culturais, caracteriza-se pela rejeição das regras, procura da liberdade, busca do inatingível, subjetivismo, valorização das emoções, liberdade na criação, na composição e no uso das cores. São assumidas novas formas de estar, de viver e sobretudo de habitar, em que a casa será o reflexo das alterações dos valores de propriedade, de família, de privacidade e até da relação com a natureza.

A Casa da Calçada, originária do século XVII, apresenta características marcadamente românticas que denunciam as importantes intervenções ocorridas ao longo do século XIX. É o que nos revela a original fachada, com seus elementos de influência oriental tão ao gosto da época: a cor forte, as cúpulas de metal e, sob o alpendre, o lambrequim de madeira recortada e pintada.

Também os interiores acusam essas alterações. Na casa abastada as divisões passam a ter funções bem definidas, distinguindo firmemente o público e o privado. Seguindo esta tendência, o Palácio da Calçada, como era então conhecido, tinha um espaço mais público e de ostentação (a Sala da Entrada e os Salões) onde se exibia a melhor mobília, as peças de arte e cuja decoração interior era particularmente cuidada. São disso exemplo o trabalho de estuque visível nos tetos e paredes e, como ditava a moda, o papel que as revestia, de motivos florais e cor forte (amarelo ocre).

Na zona mais íntima da Casa (as Salas de Chá e de Jogo, a Saleta, a Biblioteca, etc.) conversava-se, lia-se, costurava-se, jogava-se, ouvia-se música, tomava-se chá ... Aqui o conforto vai ganhando importância. Multiplicavam-se almofadas, tapetes e têxteis, mesas de apoio que ladeavam cadeiras e sofás, bibelots, fotografias e plantas.

Outra novidade da casa urbana, era a estufa ou jardim de inverno, que permitia que as plantas trouxessem a natureza para o coração da habitação. Este espaço e o jardim, com a sua casinha de prazer, construção típica do século XIX, garantiam a tranquilidade da vida privada.

terça-feira, 27 de janeiro de 2026

"Percursos entre tapetes de padrão"



Esta tarde recebemos a visita de uma turma do 8º ano da Escola Básica/PE de Santo António e Curral das Freira para a visita temática "Percursos entre tapetes de padrão".
 

terça-feira, 20 de janeiro de 2026

Mil e uma coleções

 



Uma turma da Escola EB1/PE e Creche de Água de Pena visitou-nos durante a manhã de hoje. O tema da "Casa" foi escolhido pela professora para ir de encontro ao trabalho que estão a realizar em contexto de Sala de Aula. Depois de explorarem os diversos espaços sentaram-se e desenharam a nossa Casa.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

Sesta?


Pormenor de: MENINO JESUS BOM PASTOR EM MAQUINETA

Madeira de vinhático, cera, barro policromado, papel, tecido, vidro, conchas, búzios e plantas secas

Prov. Convento de Nossa Senhora da Encarnação, Madeira, séc. 19

Capela de Nossa Senhora do Desterro, Coleção particular

quinta-feira, 15 de janeiro de 2026


 O “Menino Perdido”

Sabia que o “Menino Perdido” era uma antiga tradição que tinha lugar depois do Dia de Reis? 

Esta tradição, de origem conventual, era seguida nos Conventos de Santa Clara, das Mercês e no Recolhimento do Bom Jesus, no Funchal. Está ligada ao episódio da infância de Jesus, nomeadamente ao seu desaparecimento e posterior encontro, por seus pais, no templo de Jerusalém, entre os doutores. No primeiro domingo a seguir ao Dia de Reis, a imagem do Menino era escondida, numa das celas das recolhidas no caso do Recolhimento do Bom Jesus, e, nos Conventos das Mercês e de Santa Clara, na casa de uma família distinta da cidade. A depositária do segredo da localização da imagem era a Madre Superiora. A descoberta do Menino tinha lugar 7 dias depois, no chamado “Domingo da Achada”. Quem acertasse no paradeiro do Menino tinha direito a um prémio, doces e iguarias diversas, oferecido pela casa que o acolhia. Originariamente o objetivo era a recolha de esmolas para o mosteiro.

Era uma honra ser escolhido para abrigar tão almejada imagem. A tal ponto que, corria o ano de 1810, coubera essa distinção ao condestável da Fortaleza de São Tiago, o qual, entusiasmado, mandara disparar a salva de tiros máxima em homenagem ao Menino que acolhia. Perante tal alarido levanta-se a cidade em pânico e alvoroço, acabando o fervoroso devoto por responder em conselho militar e, não obstante a absolvição face a tão entusiástica manifestação de fé, não se livrou de pagar os custos da pólvora despendida.

A última festa do Menino perdido, realizou-se no Convento de Santa Clara, em 1890, ano da morte da derradeira Madre Superiora Maria Amália do Patrocínio.


quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

Aquela luz...

 

PRESÉPIO

Porcelana (biscuit). 

Leopoldo de Almeida (1898-1975), 

Vista Alegre. Portugal, séc. 20

terça-feira, 13 de janeiro de 2026


Um grupo de utentes do Lar de Santa Isabel - Santa Casa da Misericórdia do Funchal, visitou os nossos presépios. Como sempre é uma visita muito enriquecedora pelas histórias que nos contam 😊

"O Natal na Casa da Calçada"


 A exposição temporária "O Natal na Casa da Calçada" pode ser visitada até ao próximo sábado, dia 17 de janeiro. Entrada livre.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

"O Natal na Casa da Calçada"

Decorre a visita orientada "O Natal na Casa da Calçada" com um grupo de pessoas da "Associação Casas com História".
 

"O Natal na Casa da Calçada"


A visita desta manhã foi com uma turma da Escola Secundária Francisco Franco, para a exposição "O Natal na Casa da Calçada".

quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

"O Natal na Casa da Calçada"


 A exposição temporária "O Natal na Casa da Calçada" pode ser visitada até ao dia 17 de janeiro. Entrada livre.

terça-feira, 6 de janeiro de 2026

Adoração dos Magos


Adoração dos Magos 

Gravura a buril e água-forte

Gravador Francesco Bartolozzi (Italiano, Florença1728-Lisboa, 1815), desenhador Carlo Maratta (italiano, Camerano, 1625 – Rome, 1713)

Lisboa, 1811