Visita temática "O Romantismo na Casa" com um grupo de guias intérpretes da Madeira.
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020
terça-feira, 4 de fevereiro de 2020
sexta-feira, 31 de janeiro de 2020
Ontem foi dia de visitar a "Exposição dos 450 anos do Colégio dos Jesuítas do Funchal."
O nosso muito obrigada ao professor Martinho Mendes pela disponibilidade de receber e estar. São sempre muito bons e enriquecedores estes momentos de diálogo.
O nosso muito obrigada ao professor Martinho Mendes pela disponibilidade de receber e estar. São sempre muito bons e enriquecedores estes momentos de diálogo.
quarta-feira, 22 de janeiro de 2020
A "Sala do Arco-íris" da Escola Básica do 1º Ciclo com Pré-Escolar de Água de Pena visitou a nossa Casa durante a manhã de hoje. Afastaram a chuva e trouxeram muitas cores para alegrar o nosso dia ! :D
terça-feira, 21 de janeiro de 2020
Pormenor de : Silêncio
Démètre H. Chiparus (Roménia, 1888-Paris,1947/ 50?)
Marfim, bronze patinado e mármore
França, ca. 1925-1930
Démètre H. Chiparus (Roménia, 1888-Paris,1947/ 50?)
Marfim, bronze patinado e mármore
França, ca. 1925-1930
sexta-feira, 17 de janeiro de 2020
Aproveite o último dia da exposição temporária "O Natal da Casa da Calçada" e visite-nos amanhã dia 18 de janeiro, entre as 10h00 e as 17h30.
quarta-feira, 15 de janeiro de 2020
Sabia que o “Menino Perdido” era uma antiga tradição que tinha lugar depois do Dia de Reis?
Esta tradição, de origem conventual, era seguida nos Conventos de Santa Clara, das Mercês e no Recolhimento do Bom Jesus, no Funchal. Está ligada ao episódio da infância de Jesus, nomeadamente ao seu desaparecimento e posterior encontro, por seus pais, no templo de Jerusalém, entre os doutores. No primeiro domingo a seguir ao Dia de Reis, a imagem do Menino era escondida, numa das celas das recolhidas no caso do Recolhimento do Bom Jesus, e, nos Conventos das Mercês e de Santa Clara, na casa de uma família distinta da cidade. A depositária do segredo da localização da imagem era a Madre Superiora. A descoberta do Menino tinha lugar 7 dias depois, no chamado “Domingo da Achada”. Quem acertasse no paradeiro do Menino tinha direito a um prémio, doces e iguarias diversas, oferecido pela casa que o acolhia. Originariamente o objetivo era a recolha de esmolas para o mosteiro.
Era uma honra ser escolhido para abrigar tão almejada imagem. A tal ponto que, corria o ano de 1810, coubera essa distinção ao condestável da Fortaleza de São Tiago, o qual, entusiasmado, mandara disparar a salva de tiros máxima em homenagem ao Menino que acolhia. Perante tal alarido levanta-se a cidade em pânico e alvoroço, acabando o fervoroso devoto por responder em conselho militar e, não obstante a absolvição face a tão entusiástica manifestação de fé, não se livrou de pagar os custos da pólvora despendida.
A última festa do Menino perdido, realizou-se no Convento de Santa Clara, em 1890, ano da morte da derradeira Madre Superiora Maria Amália do Patrocínio.
Texto: Ana,Margarida Araújo Camacho
Esta tradição, de origem conventual, era seguida nos Conventos de Santa Clara, das Mercês e no Recolhimento do Bom Jesus, no Funchal. Está ligada ao episódio da infância de Jesus, nomeadamente ao seu desaparecimento e posterior encontro, por seus pais, no templo de Jerusalém, entre os doutores. No primeiro domingo a seguir ao Dia de Reis, a imagem do Menino era escondida, numa das celas das recolhidas no caso do Recolhimento do Bom Jesus, e, nos Conventos das Mercês e de Santa Clara, na casa de uma família distinta da cidade. A depositária do segredo da localização da imagem era a Madre Superiora. A descoberta do Menino tinha lugar 7 dias depois, no chamado “Domingo da Achada”. Quem acertasse no paradeiro do Menino tinha direito a um prémio, doces e iguarias diversas, oferecido pela casa que o acolhia. Originariamente o objetivo era a recolha de esmolas para o mosteiro.
Era uma honra ser escolhido para abrigar tão almejada imagem. A tal ponto que, corria o ano de 1810, coubera essa distinção ao condestável da Fortaleza de São Tiago, o qual, entusiasmado, mandara disparar a salva de tiros máxima em homenagem ao Menino que acolhia. Perante tal alarido levanta-se a cidade em pânico e alvoroço, acabando o fervoroso devoto por responder em conselho militar e, não obstante a absolvição face a tão entusiástica manifestação de fé, não se livrou de pagar os custos da pólvora despendida.
A última festa do Menino perdido, realizou-se no Convento de Santa Clara, em 1890, ano da morte da derradeira Madre Superiora Maria Amália do Patrocínio.
Texto: Ana,Margarida Araújo Camacho
segunda-feira, 6 de janeiro de 2020
Estreia dia 8 de janeiro de 2020, na RTP, às 23 horas
O documentário baseia-se na experiência de três inglesas que em meados do século dezanove viveram na Madeira. Duas delas, Emily Shore e Emily Geneviève Smith, permaneceram na ilha por razões de saúde. Isabella de França é a terceira protagonista do documentário, tendo visitado a ilha em viagens de núpcias. O seu relato da viagem, um dos mais importantes registos da época, termina com a expressão “ Beautiful Madeira”, que serve de título ao projecto da RTP Dois.
Em oitocentos, durante o período das invasões francesas, a presença britânica é reforçada na Madeira. Prospera então o negócio do vinho e desponta o turismo terapêutico. Muitos estrangeiros procuram na ilha a cura de ares para a tuberculose, a epidemia mais mortífera do século no Reino Unido.
O documentário baseia-se na experiência de três inglesas que em meados do século dezanove viveram na Madeira. Duas delas, Emily Shore e Emily Geneviève Smith, permaneceram na ilha por razões de saúde. Isabella de França é a terceira protagonista do documentário, tendo visitado a ilha em viagens de núpcias. O seu relato da viagem, um dos mais importantes registos da época, termina com a expressão “ Beautiful Madeira”, que serve de título ao projecto da RTP Dois.
Em oitocentos, durante o período das invasões francesas, a presença britânica é reforçada na Madeira. Prospera então o negócio do vinho e desponta o turismo terapêutico. Muitos estrangeiros procuram na ilha a cura de ares para a tuberculose, a epidemia mais mortífera do século no Reino Unido.
sexta-feira, 3 de janeiro de 2020
quinta-feira, 2 de janeiro de 2020
terça-feira, 31 de dezembro de 2019
segunda-feira, 30 de dezembro de 2019
sexta-feira, 27 de dezembro de 2019
No Jardim de Inverno o grande presépio de rochinha é armado, em vários níveis, para receber as cenas religiosas do Nascimento e infância de Jesus e do quotidiano regional. Este ano a Casa-Museu Frederico de Freitas exibe um conjunto especialmente atrativo de figuras de presépio regionais, provenientes de uma coleção particular e que vem valorizar e complementar a nossa rochinha. São 21 figurinhas de barro modelado e policromado, dos meados do século 19, que testemunham o melhor da produção regional. Destacam-se pela qualidade da modelação, pelo detalhe do traje, pelo rigor da representação de antigos costumes e curiosamente associam-se a um pequeno grupo pertencente à coleção da Casa-Museu. Deveriam ser provenientes de um presépio mais alargado, com muito mais figurantes e cenas religiosas.
O Natal na Madeira é especial, multiplicam-se os convívios entre familiares e amigos. Na Casa da Calçada também o Dr. Frederico de Freitas assumia essa tradição com rigor. Os festejos eram muito importantes e os preparativos começavam com as limpezas. Os metais eram polidos, os soalhos e os móveis encerados, e toda a casa emanava cheiros intensos, das ceras, verduras, flores e das iguarias que se preparavam na cozinha. Os presépios eram distribuídos pela casa. É essa a memória que procuramos preservar, proporcionando aos nossos visitantes um vislumbre mais intimista do Natal tradicional. O objetivo é incentivar o público a nos visitar e contribuir para a tradição do itinerário das lapinhas, expostas para usufruto e deleite da população. Ao longo do percurso pela casa o acervo relacionado com o Natal é valorizado. Pelas salas destacam-se na pintura, escultura e cerâmica, diferentes representações de presépios, de diferentes origens e épocas. As caixas presépio ganham especial realce; mostram-se as tradicionais escadinhas com o Menino Jesus entronizado. No Jardim de Inverno o grande presépio de rochinha é armado, em vários níveis, para receber as cenas religiosas do Nascimento e infância de Jesus e do quotidiano regional. Este ano a Casa-Museu Frederico de Freitas exibe um conjunto especialmente atrativo de figuras de presépio regionais, provenientes de uma coleção particular e que vem valorizar e complementar a nossa rochinha. São 21 figurinhas de barro modelado e policromado, dos meados do século 19, que testemunham o melhor da produção regional. Destacam-se pela qualidade da modelação, pelo detalhe do traje, pelo rigor da representação de antigos costumes e curiosamente associam-se a um pequeno grupo pertencente à coleção da Casa-Museu. Deveriam ser provenientes de um presépio mais alargado, com muito mais figurantes e cenas religiosas. O Natal na Casa da Calçada completa-se com a passagem pelas Salas de Jantar e do Chá onde tudo está enfeitado e pronto para usufruir e celebrar a Festa.
Até 18 de janeiro de 2020, das 10h00 às 17h30. Entrada livre.
sexta-feira, 20 de dezembro de 2019
segunda-feira, 16 de dezembro de 2019
terça-feira, 10 de dezembro de 2019
quarta-feira, 4 de dezembro de 2019
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